|
|
|
|
|
|
A falta de conhecimento dos valores e do modo de vida da população cigana faz com que esta seja uma das minorias étnicas que mais sofre os efeitos da exclusão social.
Um espaço que procura estimular uma reflexão sobre a vida em sociedade e as diferentes formas de contribuir para a melhor, tendo em vista incentivar uma intervenção cívica dos cidadãos orientada por valores como Justiça, Igualdade, Tolerância e Solidariedade.
A equipa vinda do Secretariado Entreculturas integra, desde Março 2004, o ACIME. Foi criado o Gabinete de Educação e Formação, alargando assim o campo de intervenção e trazendo novas valências ao Acime.
O Secretariado Entreculturas foi criado, em 1991, pelo então Ministro da Educação, Eng. Roberto Carneiro. A crescente diversidade étnico-cultural da população nas escolas portuguesas tornava premente a necessidade de dar respostas pedagógicas que promovessem uma maior igualdade de (...)
Neste artigo, procura-se aprofundar um conhecimento sobre os sentidos que mulheres e raparigas ciganas e padjas atribuem à sua existência no quotidiano, e em particular aos tempos e espaços escolares. A pesquisa, desenvolvida na área do grande Porto e distrito de Aveiro, com jovens ciganas e lusas numa Escola EB23 e com pessoas adultas de ambas as comunidades a frequentar o Ensino Recorrente.
O projecto foca a temática da imigração nomeadamente na prevenção na discriminação racial e étnica. Dado o aumento significativo do número de imigrantes a procurar o distrito de Portalegre para residir e trabalhar tornou-se pertinente o desenvolvimento de um projecto que procure responder às necessidades e expectativas atenuando dificuldades que se verificam na integração na comunidade local.
Esta brochura pretende desmitificar a realidade da Imigração em Portugal, tantas vezes, erradamente, associada à violência, ao desemprego e ao crime, esta brochura, incitando à participação activa do leitor, através de uma bateria de 8 perguntas.
Este artigo pretende contribuir para o debate sobre a introdução de um ensino bilingue nas escolas portuguesas, tendo como público-alvo as minorias étnicas e os luso-descendentes em situação de retorno.
Los medios informativos de las comunidades de inmigrantes residentes en Portugal se han convertido en un lucrativo negocio para sus dueños, en una realización profesional para sus editores y en un importante nexo para sus lectores.
Actualmente residen en el país cerca de 600.000 trabajadores inmigrantes, entre legalizados e indocumentados, una de las cifras más altas de la Unión Europea (UE) en relación con la población total, mucho mayor que las de Italia y España, y sólo (...)
Vêm de outros sistemas de ensino. Uns são filhos de estrangeiros, outros de emigrantes portugueses regressados. Integram as escolas portuguesas mediante processos de equivalências de habilitações. O pior vem depois. O ensino da Língua Portuguesa é uma prioridade. Mas tudo depende do aluno e dos professores que o recebem. A escola nem sempre está preparada para lidar com eles. Sem financiamento extra para material pedagógico apropriado, mas com autonomia pedagógica, as escolas vão tacteando estratégias de ensino.
O trabalho que agora se apresenta, pensou-se poder vir a contribuir
para que aumente o conhecimento que a sociedade dominante tem não só da
comunidade cigana, mas sobretudo das relações que se estabelecem à volta
do processo de ensino-aprendizagem entre o bairro e a escola que acolhe
as crianças deste grupo sócio-cultural.
A educação escolar constitui-se numa fonte de poder. Não uma
educação pensada de forma remediativa, mas uma educação no
saber socialmente valorizado e que, por essa razão, é potenciadora
de uma redistribuição do poder na sociedade.
Aside from primary language and cultural differences as well as differences caused by the varying socio-economic conditions for different groups, discriminatory practices and unequal power relationships between the majority populations and minority groups negatively influence the educational attainment of minorities.
|
|
|
|